J.J. Oliveira Gonçalves é natural de Bagé/RS, morando, há 43 anos, em Porto Alegre/RS. Professor, jornalista, poeta, escritor, trovador, cronista, ensaísta, palestrante. Adepto de São Francisco de Assis, tem especial afeto pela Mãe-Natureza e pelos irmãos-animais. Ecologista, espiritualista, místico, médium – busca os Caminhos do Xamanismo. Agraciado com a Comenda Stella Brasiliense e com a Medalha Jorn. Hipólito José da Costa, ambas pelo Grupo Brasília de Comunicação – Brasília/DF. Compõe a Diretoria do Grêmio Literário “Castro Alves”, Porto Alegre/RS. Presidente Nacional da Confraria Artistas e Poetas pela Paz/CAPPAZ – fundada, em 09 de abril/2008, em Porto Alegre/RS.
Contato: jjotapoeta@yahoo.com.br
Página pessoal: http://www.jjotapoeta.art.br/
Canção Vermelha!
J.J. Oliveira Gonçalves
Ah, o meu Amor por ti tem essa Cor
Que incendeia o Céu de Arrebóis!
Como é gostoso o teu carnal calor
À Luz do Sol ou sob alvos lençóis!
Ah, o meu Amor é sim concerto doce
Do sabiá na Ruiva Alvorada!
Teu corpo é bandoneon que às mãos me trouxe
Tua Alma - que me acende a Madrugada!
Tu - inteirinha! - és árvore florida
Que me oferece Sombra e Calmaria...
Em meu Outono: Cio e Maresia!
Nesta paisagem cálida e eloqüente
Não há Amor maior que o Amor da gente:
Canção sensual, vermelha e umedecida!
És tango incandescente... Nostalgia!
Com(passos) sedutores... És Poesia!
Porto Alegre, 22 de janeiro/2009. 15h19min««»»
Restos de Mãe-Natureza!
J.J. Oliveira Gonçalves
Em seu silêncio a Natureza fala
Aos meus olhos silentes e tristonhos!
E ante seus machucados a Alma cala:
Pesadelos homéricos - medonhos!
Ah, estes olhos atônitos - dolentes
Ah, esta boca seca e igual amarga...
Meus versos: apenados penitentes...
E a voz emudecida se me embarga!
Mãe Natureza, eu choro tanto estrago
Em teu corpo, em teu ventre, em tua face...
Quem dera, tanta Dor eu não cantasse!
Porém, o Criador manda que o faça
Que mostre a nu: o homem - triste traça
Que rói da Bela Mãe o Colo - o Afago!*Soneto concebido ante "restos" que vi, da Mãe-Natureza,
em Santa Catarina/SC - dolorosamente espalhados pelo chão!!
Porto Alegre, 22 de janeiro/2008. 14h11min
Canção Vermelha!
J.J. Oliveira Gonçalves
Ah, o meu Amor por ti tem essa Cor
Que incendeia o Céu de Arrebóis!
Como é gostoso o teu carnal calor
À Luz do Sol ou sob alvos lençóis!
Ah, o meu Amor é sim concerto doce
Do sabiá na Ruiva Alvorada!
Teu corpo é bandoneon que às mãos me trouxe
Tua Alma - que me acende a Madrugada!
Tu - inteirinha! - és árvore florida
Que me oferece Sombra e Calmaria...
Em meu Outono: Cio e Maresia!
Nesta paisagem cálida e eloqüente
Não há Amor maior que o Amor da gente:
Canção sensual, vermelha e umedecida!
És tango incandescente... Nostalgia!
Com(passos) sedutores... És Poesia!
Porto Alegre, 22 de janeiro/2009. 15h19min««»»
Restos de Mãe-Natureza!
J.J. Oliveira Gonçalves
Em seu silêncio a Natureza fala
Aos meus olhos silentes e tristonhos!
E ante seus machucados a Alma cala:
Pesadelos homéricos - medonhos!
Ah, estes olhos atônitos - dolentes
Ah, esta boca seca e igual amarga...
Meus versos: apenados penitentes...
E a voz emudecida se me embarga!
Mãe Natureza, eu choro tanto estrago
Em teu corpo, em teu ventre, em tua face...
Quem dera, tanta Dor eu não cantasse!
Porém, o Criador manda que o faça
Que mostre a nu: o homem - triste traça
Que rói da Bela Mãe o Colo - o Afago!*Soneto concebido ante "restos" que vi, da Mãe-Natureza,
em Santa Catarina/SC - dolorosamente espalhados pelo chão!!
Porto Alegre, 22 de janeiro/2008. 14h11min
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Criança Palestina!J.J. Oliveira Gonçalves
Eu choro essa Criança Palestina
Sem brinquedo, sem lar, sem Paz, sem flores!
Me dói vê-la tão frágil, pequenina
Ao invés de Alegrias colher Dores!
Meu coração-poeta tão tristonho
Vendo a Infância, assim, desrespeitada
Rechaça o Assassinato vil, medonho
Que aziaga põe minh'Alma e enlutada!
Soluço... E a cada lágrima caída
É Dor e ao mesmo tempo é Rebeldia
Por ver crimes - sem nome! - cometidos
Por homens - vis carrascos - noite e dia!
(Que Mundo é este, ó, Deus? Ah, quão falida
É a Mente do Carrasco - e Apodrecida!)
Porto Alegre, 07 de janeiro/2009. 12h51min - HS
Sugestões
artculturalbrasil@gmail.com
Criança Palestina!J.J. Oliveira Gonçalves
Eu choro essa Criança Palestina
Sem brinquedo, sem lar, sem Paz, sem flores!
Me dói vê-la tão frágil, pequenina
Ao invés de Alegrias colher Dores!
Meu coração-poeta tão tristonho
Vendo a Infância, assim, desrespeitada
Rechaça o Assassinato vil, medonho
Que aziaga põe minh'Alma e enlutada!
Soluço... E a cada lágrima caída
É Dor e ao mesmo tempo é Rebeldia
Por ver crimes - sem nome! - cometidos
Por homens - vis carrascos - noite e dia!
(Que Mundo é este, ó, Deus? Ah, quão falida
É a Mente do Carrasco - e Apodrecida!)
Porto Alegre, 07 de janeiro/2009. 12h51min - HS
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artculturalbrasil@gmail.com


Prezado Poeta JJ, a edição da nova página Reino da Poesia ganha mais um soberano na arte poética. Desejo-lhe sucesso neste blog do ArtCulturalBrasil.
ResponderExcluirMeu carinho e minha admiração,
Marise Ribeiro
Querido amigo, tive a curiosidade de vir olhar teu blog...desculpe a falha de não ter vindo antes.
ResponderExcluirMaravilhoso.
Abraços da amiga