

Ser Mãe(Coelho Neto)
Ser mãe é desdobrar fibra por fibra
O coração! Ser mãe é ter no alheio
Lábio que suga, o pedestal do seio,
Onde a vida, onde o amor, cantando, vibra.
Ser mãe é ser um anjo que se libra
Sobre um berço dormindo! É ser anseio,
É ser temeridade, é ser receio,
É ser força que os males equilibra!
Todo o bem que a mãe goza é bem do filho,
Espelho em que se mira afortunada,
Luz que lhe põe nos olhos novo brilho!
Ser mãe é andar chorando num sorriso!
Ser mãe é ter um mundo e não ter nada!
Ser mãe é padecer num paraíso!

Exemplo de Mãe
(Amilton M. Monteiro)
Não me admiro de sentir saudade
De meus longínquos tempos de criança,
Vividos na escassez, é bem verdade,
Mas com imenso amor e esperança!
A gente era pobre. E a cidade
Nem possuía luz, ou a segurança
De algum doutor. E, nessa qualidade,
Aquilo é um sonho... um sonho de lembrança...
Pois o importante é que então vivendo
De modo simples, “remendando o pano”,
Só de carinho a gente ia crescendo...
A grande fé em Deus nos consolava,
Mudava em alegria o desengano...
Tal o exemplo que mamãe nos dava!

Simplesmente, Mãe...
©Antonieta Elias Manzieri
Ser mãe é não mais se pertencer.
É abrir mão de dias tranquilos
ao dedicar-se a outro ser,
e em nada ver empecilhos...
É saber renunciar sem cobrança,
ao trocar sua vida tranquila
para cuidar de uma criança
que é continuação de sua vida.
É contemplar com ternura
o ressonar de um anjo seu.
É lutar a cada dia com bravura,
e ao adormecer, agradecer a Deus...
É ensinar a enfrentar o mundo
no caminho da retidão.
É plantar sementes em solo fecundo,
e quando for preciso, saber dizer: não!
É sacrificar o seu próprio coração
ao chamar para si o eminente perigo.
É suportar tudo, até mesmo a ingratidão,
se algum dia, ele a colocar num asilo.
Sexta-feira, 24 de abril de 2009.
14h 15 min.

Mãe
(Augusta Schimidt)
Mãe, inspiração e ternura
Luz dos olhos de Deus
Criatura abençoada eleita pelo Criador
Para gerar a semente do amor
Mãe, cujo nome em verso e prosa é magia
Que tem no coração a esperança,
Você é tal qual uma flor
Que desabrocha ao amanhecer
E exala o suave perfume do amor
Mãe, Que tem o brilho das estrelas no olhar,
Que diz palavras sabias ao educar,
Que tem a força nos braços para proteger,
Que tira as pedras do caminho,
Que consola com carinho...
Você... Que quando entrelaça as mãos em oração
Pedindo a paz e a união
É a bem – aventurada entre todas as mulheres
Porque através de seu ventre
Permitiu que seus filhos realizassem na sua história
O mistério da criação.

Ó minha Mãe,
(Cândido)
Pelo respeito que tua memória me merece,
Nunca escrevi nada em tua honra,
Porque acho que tu mereces um poema
Como eu nunca serei capaz de escrever.
Que sublime inspiração teria que receber de Deus,
Para construir um poema
Digno da grandiosa mãe que eu tive!
Por isso, nem ouso tentar escrever versos para ti.
Eu sei que, sentidamente, diria:
- Este meu filho é o maior poeta do mundo!
Pois, para ti, tudo que eu fazia,
Eram maravilhosas obras de arte.
Se lá do etéreo sítio onde estiveres,
Puderes dar uma olhadinha cá para baixo,
Deves estar a pensar:
- Que modesto é este meu garoto!
Cândido, 29/04/2009

Mãe
(Carmo Vasconcelos)
Tal Rainha Santa que em rosas muda o pão
Tu transmutas, mãe, no ventre, o amor em filhos
E dessa alquimia superas os cadilhos
Pla graça a ti doada, flor de abnegação
Não sendo Rainha ou Santa foste abençoada
Por milagrosamente em teu corpo gerares
O mais nobre poema de rimas milenares
Escrito a dor e sangue na carne desbravada
Dores momentâneas que de pronto esqueces
Ao teres no regaço o filho que aqueces
Ao calor desse ímpar momento divinal
E cortado embora o cordão umbilical
Só a morte rompe teu idílio materno
Laço predestinado nos céus p’lo Eterno
10 de Maio/2008

É Mãe...
(Eduardo Samuel Ferreira)Pela primeira vez,
o dia das mães será sem a sua companhia.
Mas tudo bem! Foi a vontade de Deus, com
esse pensamento faço retornar a harmonia.
Recentemente,
senti a senhora comigo.
Não foi impressão, nos encontramos num local
onde a senhora tinha como abrigo.
Sabendo que a senhora está bem,
fica mais fácil viver.
Sabendo que está feliz,
não posso ficar aqui a sofrer.
Por mais difícil que seja,
sei que não devo chorar.
A tristeza do filho encarnado, faz a
mãe desencarnada se incomodar.
Mesmo fora da matéria,
sempre será a minha mãe.
Feliz dia das mães!Te amo de verdade.
Esse amor é por toda a eternidade..

Mamãe!
(Eliane Couto Triska)
És a santa Maria! Mãe Maria!
Que pecado trouxeste no teu ventre
Se tua fenda é a canoa da nascente
Lá, onde a dor do mundo principia?
Maria do andar de formas feias.
O velho céu te quis e pôs raízes
No inferno cercado de aprendizes,
E a fé quis o lugar onde te creias.
Foi meu clamor crescente e indefeso,
Que calaste com teu beijo, o novo ente
E, carregas o mundo como peso.
Ó, minha mãe por que me abandonaste
Ás cidadelas de um mundo doente,
Para adoção a ele me entregaste?
maio/2009-RS

"Um tropeço na vida qualquer tem
Até quem não o quis, mas já que é mãe
Que o seja, no melhor que à mãe concerne.
Não se abandona um filho a qualquer sorte
Pois há piores caminhos que o da morte
Que fazem uma mãe tornar-se um verme."
&
Ser Mãe
(Eugénio de Sá)
Ser mãe é ser projecto venial
É ser matriz, ser actriz principal
No preito à vida qual Deus o previu.
Ser mãe é dar-se ao filho por inteiro
Umbilical trajecto prisioneiro
Do amor maior que a sorte já esculpiu.
Ser mãe é ser versão imaculada
D’uma mulher-amor nele consagrada
À génese maior da criação.
Ser mãe é tudo, é nada; é ser raiz
É sofrer, é tremer, é ser feliz
Amar só por amar, com coração.
Ser mãe é ser consciência verdadeira
É luta permanente a vida inteira
É árvore-guarida protectora.
Ser mãe é consagrar-se ao bem maior
É tudo dar sem espera de penhor
Que a espera assim seria redutora

Mãe!
(Fernando Reis Costa)
Ó minha mãe, ó minha querida mãe,
Amor que mais nenhum pode igualar!
Feliz… é todo aquele que ainda a tem
Saudoso… é quem só a pode recordar!
Revejo-te em meus sonhos, minha mãe,
E ouço aquelas cantigas d’embalar
E as histórias que tu, como ninguém,
Ternamente me contavas ao deitar!...
Lá no Céu, onde tu moras, certamente
Saberás que sou um filho orgulhoso
De quem me deu a vida e o amor!
Amor de mãe que lembro eternamente
Ao venerar a sua imagem saudoso
Porque outra não há com tal valor!...

MÃE
(Gilberto Vaz de Melo)
Obrigado MÃE
Pela autorização que me deu
Permitindo que meu pequenino corpo
Repousasse em teu ventre,
Acolhendo-me do frio e da fome,
Repartindo tua noite e teu conforto ,
Como seu eu fosse o único ser do mundo,
Com direito à tanta bondade.
Obrigado MÃE
Por nunca me furtar o teu seio ,
Certa de que tua vaidade escultural
Não era mais importante que as lágrimas
Que escorriam de meus inocentes olhos.
Por permitir meu descanso em teu colo já tão cansado !
Por nunca se perfumar antes de me acariciar....
Deixando -me para o resto da vida
A pureza da lembrança de suas vestes
Cheirando a gordura , sabão ... e pó.
Obrigado MÃE
Por nunca me esconder suas dificuldades,
Alertando meu espírito para as difíceis caminhadas
Que eu iria traçar.
Por me capacitar a sentir junto à minha família e meu semelhante,
A grandeza do respeito da dignidade e do amor.
Obrigado MÃE
Por ainda viver
... .eternamente em meu coração !!!

Mães
(helenarmond)
mães... são todas... poetas...
estetas...em traços de união
deste imenso uni-verso
trabalham rítmos e rimas
mesmo antes de saberem...
se...menino ? ou menina?
momentos de harmonia
a maior das magias...
da concepção uma leve pulsação
do pulsar o impulso passa
ao rítmo...à percurção
que se instala com o bater...
de mais um coração...
duzentos e cincoenta e dois dias
o andar de nossa mãe
é balanço e alegria
uma pausa...rítmos de contração
segue ! a primeira luz
ao grito primordial...ao rítmo de respirar!
ao dom da vida e ao princípio...
de uma canção de ninar...




Ser mãe é desdobrar fibra por fibra
O coração! Ser mãe é ter no alheio
Lábio que suga, o pedestal do seio,
Onde a vida, onde o amor, cantando, vibra.
Ser mãe é ser um anjo que se libra
Sobre um berço dormindo! É ser anseio,
É ser temeridade, é ser receio,
É ser força que os males equilibra!
Todo o bem que a mãe goza é bem do filho,
Espelho em que se mira afortunada,
Luz que lhe põe nos olhos novo brilho!
Ser mãe é andar chorando num sorriso!
Ser mãe é ter um mundo e não ter nada!
Ser mãe é padecer num paraíso!

Exemplo de Mãe
(Amilton M. Monteiro)
Não me admiro de sentir saudade
De meus longínquos tempos de criança,
Vividos na escassez, é bem verdade,
Mas com imenso amor e esperança!
A gente era pobre. E a cidade
Nem possuía luz, ou a segurança
De algum doutor. E, nessa qualidade,
Aquilo é um sonho... um sonho de lembrança...
Pois o importante é que então vivendo
De modo simples, “remendando o pano”,
Só de carinho a gente ia crescendo...
A grande fé em Deus nos consolava,
Mudava em alegria o desengano...
Tal o exemplo que mamãe nos dava!

Simplesmente, Mãe...
©Antonieta Elias Manzieri
Ser mãe é não mais se pertencer.
É abrir mão de dias tranquilos
ao dedicar-se a outro ser,
e em nada ver empecilhos...
É saber renunciar sem cobrança,
ao trocar sua vida tranquila
para cuidar de uma criança
que é continuação de sua vida.
É contemplar com ternura
o ressonar de um anjo seu.
É lutar a cada dia com bravura,
e ao adormecer, agradecer a Deus...
É ensinar a enfrentar o mundo
no caminho da retidão.
É plantar sementes em solo fecundo,
e quando for preciso, saber dizer: não!
É sacrificar o seu próprio coração
ao chamar para si o eminente perigo.
É suportar tudo, até mesmo a ingratidão,
se algum dia, ele a colocar num asilo.
Sexta-feira, 24 de abril de 2009.
14h 15 min.

Mãe
(Augusta Schimidt)
Mãe, inspiração e ternura
Luz dos olhos de Deus
Criatura abençoada eleita pelo Criador
Para gerar a semente do amor
Mãe, cujo nome em verso e prosa é magia
Que tem no coração a esperança,
Você é tal qual uma flor
Que desabrocha ao amanhecer
E exala o suave perfume do amor
Mãe, Que tem o brilho das estrelas no olhar,
Que diz palavras sabias ao educar,
Que tem a força nos braços para proteger,
Que tira as pedras do caminho,
Que consola com carinho...
Você... Que quando entrelaça as mãos em oração
Pedindo a paz e a união
É a bem – aventurada entre todas as mulheres
Porque através de seu ventre
Permitiu que seus filhos realizassem na sua história
O mistério da criação.

Ó minha Mãe,
(Cândido)
Pelo respeito que tua memória me merece,
Nunca escrevi nada em tua honra,
Porque acho que tu mereces um poema
Como eu nunca serei capaz de escrever.
Que sublime inspiração teria que receber de Deus,
Para construir um poema
Digno da grandiosa mãe que eu tive!
Por isso, nem ouso tentar escrever versos para ti.
Eu sei que, sentidamente, diria:
- Este meu filho é o maior poeta do mundo!
Pois, para ti, tudo que eu fazia,
Eram maravilhosas obras de arte.
Se lá do etéreo sítio onde estiveres,
Puderes dar uma olhadinha cá para baixo,
Deves estar a pensar:
- Que modesto é este meu garoto!
Cândido, 29/04/2009

Mãe
(Carmo Vasconcelos)
Tal Rainha Santa que em rosas muda o pão
Tu transmutas, mãe, no ventre, o amor em filhos
E dessa alquimia superas os cadilhos
Pla graça a ti doada, flor de abnegação
Não sendo Rainha ou Santa foste abençoada
Por milagrosamente em teu corpo gerares
O mais nobre poema de rimas milenares
Escrito a dor e sangue na carne desbravada
Dores momentâneas que de pronto esqueces
Ao teres no regaço o filho que aqueces
Ao calor desse ímpar momento divinal
E cortado embora o cordão umbilical
Só a morte rompe teu idílio materno
Laço predestinado nos céus p’lo Eterno
10 de Maio/2008

É Mãe...
(Eduardo Samuel Ferreira)Pela primeira vez,
o dia das mães será sem a sua companhia.
Mas tudo bem! Foi a vontade de Deus, com
esse pensamento faço retornar a harmonia.
Recentemente,
senti a senhora comigo.
Não foi impressão, nos encontramos num local
onde a senhora tinha como abrigo.
Sabendo que a senhora está bem,
fica mais fácil viver.
Sabendo que está feliz,
não posso ficar aqui a sofrer.
Por mais difícil que seja,
sei que não devo chorar.
A tristeza do filho encarnado, faz a
mãe desencarnada se incomodar.
Mesmo fora da matéria,
sempre será a minha mãe.
Feliz dia das mães!Te amo de verdade.
Esse amor é por toda a eternidade..

Mamãe!
(Eliane Couto Triska)
És a santa Maria! Mãe Maria!
Que pecado trouxeste no teu ventre
Se tua fenda é a canoa da nascente
Lá, onde a dor do mundo principia?
Maria do andar de formas feias.
O velho céu te quis e pôs raízes
No inferno cercado de aprendizes,
E a fé quis o lugar onde te creias.
Foi meu clamor crescente e indefeso,
Que calaste com teu beijo, o novo ente
E, carregas o mundo como peso.
Ó, minha mãe por que me abandonaste
Ás cidadelas de um mundo doente,
Para adoção a ele me entregaste?
maio/2009-RS

"Um tropeço na vida qualquer tem
Até quem não o quis, mas já que é mãe
Que o seja, no melhor que à mãe concerne.
Não se abandona um filho a qualquer sorte
Pois há piores caminhos que o da morte
Que fazem uma mãe tornar-se um verme."
&
Ser Mãe
(Eugénio de Sá)
Ser mãe é ser projecto venial
É ser matriz, ser actriz principal
No preito à vida qual Deus o previu.
Ser mãe é dar-se ao filho por inteiro
Umbilical trajecto prisioneiro
Do amor maior que a sorte já esculpiu.
Ser mãe é ser versão imaculada
D’uma mulher-amor nele consagrada
À génese maior da criação.
Ser mãe é tudo, é nada; é ser raiz
É sofrer, é tremer, é ser feliz
Amar só por amar, com coração.
Ser mãe é ser consciência verdadeira
É luta permanente a vida inteira
É árvore-guarida protectora.
Ser mãe é consagrar-se ao bem maior
É tudo dar sem espera de penhor
Que a espera assim seria redutora

Mãe!
(Fernando Reis Costa)
Ó minha mãe, ó minha querida mãe,
Amor que mais nenhum pode igualar!
Feliz… é todo aquele que ainda a tem
Saudoso… é quem só a pode recordar!
Revejo-te em meus sonhos, minha mãe,
E ouço aquelas cantigas d’embalar
E as histórias que tu, como ninguém,
Ternamente me contavas ao deitar!...
Lá no Céu, onde tu moras, certamente
Saberás que sou um filho orgulhoso
De quem me deu a vida e o amor!
Amor de mãe que lembro eternamente
Ao venerar a sua imagem saudoso
Porque outra não há com tal valor!...

MÃE
(Gilberto Vaz de Melo)
Obrigado MÃE
Pela autorização que me deu
Permitindo que meu pequenino corpo
Repousasse em teu ventre,
Acolhendo-me do frio e da fome,
Repartindo tua noite e teu conforto ,
Como seu eu fosse o único ser do mundo,
Com direito à tanta bondade.
Obrigado MÃE
Por nunca me furtar o teu seio ,
Certa de que tua vaidade escultural
Não era mais importante que as lágrimas
Que escorriam de meus inocentes olhos.
Por permitir meu descanso em teu colo já tão cansado !
Por nunca se perfumar antes de me acariciar....
Deixando -me para o resto da vida
A pureza da lembrança de suas vestes
Cheirando a gordura , sabão ... e pó.
Obrigado MÃE
Por nunca me esconder suas dificuldades,
Alertando meu espírito para as difíceis caminhadas
Que eu iria traçar.
Por me capacitar a sentir junto à minha família e meu semelhante,
A grandeza do respeito da dignidade e do amor.
Obrigado MÃE
Por ainda viver
... .eternamente em meu coração !!!

Mães
(helenarmond)
mães... são todas... poetas...
estetas...em traços de união
deste imenso uni-verso
trabalham rítmos e rimas
mesmo antes de saberem...
se...menino ? ou menina?
momentos de harmonia
a maior das magias...
da concepção uma leve pulsação
do pulsar o impulso passa
ao rítmo...à percurção
que se instala com o bater...
de mais um coração...
duzentos e cincoenta e dois dias
o andar de nossa mãe
é balanço e alegria
uma pausa...rítmos de contração
segue ! a primeira luz
ao grito primordial...ao rítmo de respirar!
ao dom da vida e ao princípio...
de uma canção de ninar...

Mãe!
(Humberto Rodrigues Neto)
Tu foste, mãe, na treva a claridade,
na dor meu riso e na tormenta o norte,
a doce companheira e a consorte
das minhas horas de infelicidade!
Que anjo não foste, toda vez que a sorte
não me sorriu! E com que imensidade
de amor, desvelo e angelical bondade
tu me ensinaste a ser paciente e forte!
E hoje a alegria anda a sorrir nos ares...
é o “Dia das Mães” numa porção de lares
e eu vou fingindo que inda o comemoro!
Finjo, mãezinha, até que em doce jeito
vens doer tão tristemente no meu peito,
que eu cerro os olhos, pendo a fronte... E choro!
(Humberto Rodrigues Neto)
Tu foste, mãe, na treva a claridade,
na dor meu riso e na tormenta o norte,
a doce companheira e a consorte
das minhas horas de infelicidade!
Que anjo não foste, toda vez que a sorte
não me sorriu! E com que imensidade
de amor, desvelo e angelical bondade
tu me ensinaste a ser paciente e forte!
E hoje a alegria anda a sorrir nos ares...
é o “Dia das Mães” numa porção de lares
e eu vou fingindo que inda o comemoro!
Finjo, mãezinha, até que em doce jeito
vens doer tão tristemente no meu peito,
que eu cerro os olhos, pendo a fronte... E choro!

Galeria
(Iranimel)Mãe!
Minha mente é uma enorme galeria
Ostentando os quadros que lá eu pendurei
Em todos eles posso ver a sua imagem
A me lembrar que me amou e que eu a amei.
Ah! Minha mãe querida!
Quantas marcas nos caminhos
Nós deixamos sem notar
Que jamais vão se apagar.
Uma rua, uma esquina
Uma festa, uma canção
Uma flor ou uma poesia
São marcas no coração!
Sopro de rosas é sua lembrança,
Rubro sol que apontou o meu caminho!
Na memória volto ao tempo criança
Quando seus braços eram meu ninho.
Sim, meu coração está marcado,
Em minha mente estão pendurados
Milhões e milhões de quadros
E em todos, eu vejo você.
(Iranimel)Mãe!
Minha mente é uma enorme galeria
Ostentando os quadros que lá eu pendurei
Em todos eles posso ver a sua imagem
A me lembrar que me amou e que eu a amei.
Ah! Minha mãe querida!
Quantas marcas nos caminhos
Nós deixamos sem notar
Que jamais vão se apagar.
Uma rua, uma esquina
Uma festa, uma canção
Uma flor ou uma poesia
São marcas no coração!
Sopro de rosas é sua lembrança,
Rubro sol que apontou o meu caminho!
Na memória volto ao tempo criança
Quando seus braços eram meu ninho.
Sim, meu coração está marcado,
Em minha mente estão pendurados
Milhões e milhões de quadros
E em todos, eu vejo você.

A mãe e a roseira
(José Antonio Jacob)Essa roseira, sempre silenciosa,
Não teve em sua vida outros caminhos,
E desde que perdeu a última rosa
Dobrou-se sob o peso dos espinhos.
E essa mãe que aqui passa esperançosa,
Amparando os seus filhos de carinhos,
Faz-me crer, de uma forma tão piedosa,
Que vi Nossa Senhora e os seus anjinhos.
A roseira, a chorar as suas dores,
Fica no meu canteiro, ao sol e à lua,
Descrente do milagre de outras flores.
E a mãe, que passa em frente, continua...
E, esquecida dos próprios dissabores,
Vai beijando os seus filhos pela rua...
(José Antonio Jacob)Essa roseira, sempre silenciosa,
Não teve em sua vida outros caminhos,
E desde que perdeu a última rosa
Dobrou-se sob o peso dos espinhos.
E essa mãe que aqui passa esperançosa,
Amparando os seus filhos de carinhos,
Faz-me crer, de uma forma tão piedosa,
Que vi Nossa Senhora e os seus anjinhos.
A roseira, a chorar as suas dores,
Fica no meu canteiro, ao sol e à lua,
Descrente do milagre de outras flores.
E a mãe, que passa em frente, continua...
E, esquecida dos próprios dissabores,
Vai beijando os seus filhos pela rua...

Mãe
(Ligi@Tomarchio®)
O que és senão um anjo enviado por Deus para habitar a Terra.
Apenas um anjo como tu poderias suportar tais dores do parto.
Poderias dar o sustento de um recém nascido.
O amor que preenche todos espaços entre tu e teu filho.
OH! Mãe bendita, que a vós não dão o valor real.
Vives magoada, mas perdoas!
Choras baixinho para que não te vejam.
O coração palpita e chora quando teu filho adoece.
E o reconhecimento nunca vem, nem virá...
Talvez quando voltares ao Pai, junto dos outros anjos,
encontres a paz!


(Ligi@Tomarchio®)
O que és senão um anjo enviado por Deus para habitar a Terra.
Apenas um anjo como tu poderias suportar tais dores do parto.
Poderias dar o sustento de um recém nascido.
O amor que preenche todos espaços entre tu e teu filho.
OH! Mãe bendita, que a vós não dão o valor real.
Vives magoada, mas perdoas!
Choras baixinho para que não te vejam.
O coração palpita e chora quando teu filho adoece.
E o reconhecimento nunca vem, nem virá...
Talvez quando voltares ao Pai, junto dos outros anjos,
encontres a paz!

Mais, muito mais...
(Lilian Maial)
Mais, muito mais que abrigo quente,
Teu ventre foi casulo de borboleta,
Milagre de colecionar gerações,
Do vinho e da multiplicação dos pães.
Mais, bem mais que cuidadosa,
Tuas mãos foram certeiras,
Ágeis como enfermeira,
A cuidar dos meus dodóis.
Mais, inexplicavelmente mais esperta,
Teus olhares sempre alerta
Aos meus dias de cólicas,
Aos meus medos da vida.
Mais, sempre mais do que eu esperava,
Me amando enquanto zangava,
Me empurrando, enquanto eu fugia,
Me sabendo, enquanto eu duvidava.
Mais, simplesmente mais bonita,
Hoje não te vejo tão vivida,
Como em tantos anos atrás,
Só que com muito, muito mais...
Mais, indubitavelmente mais velha,
Traços fundos, cara séria,
Sem sorrisos, sem festanças,
Sem perceber que inda sou tua criança.
Mais, te quero mais presente do que antes,
Te queria ver alegre novamente,
Sem rancores ou dores doravante,
A regar, com teus beijos, minhas sementes.
Mais, mãe, mais...
(Lilian Maial)
Mais, muito mais que abrigo quente,
Teu ventre foi casulo de borboleta,
Milagre de colecionar gerações,
Do vinho e da multiplicação dos pães.
Mais, bem mais que cuidadosa,
Tuas mãos foram certeiras,
Ágeis como enfermeira,
A cuidar dos meus dodóis.
Mais, inexplicavelmente mais esperta,
Teus olhares sempre alerta
Aos meus dias de cólicas,
Aos meus medos da vida.
Mais, sempre mais do que eu esperava,
Me amando enquanto zangava,
Me empurrando, enquanto eu fugia,
Me sabendo, enquanto eu duvidava.
Mais, simplesmente mais bonita,
Hoje não te vejo tão vivida,
Como em tantos anos atrás,
Só que com muito, muito mais...
Mais, indubitavelmente mais velha,
Traços fundos, cara séria,
Sem sorrisos, sem festanças,
Sem perceber que inda sou tua criança.
Mais, te quero mais presente do que antes,
Te queria ver alegre novamente,
Sem rancores ou dores doravante,
A regar, com teus beijos, minhas sementes.
Mais, mãe, mais...

Minha mãe
(Maria Granzoto da Silva)
Em teu colo, repouso a minha dor...
Forte é o poema que cresce por amor ao teu amor
Neste solo tão agreste da tua ternura...
Naquele olhar tão cândido os meus olhos a procurar
Como em busca do alívio para a dor luarizar...
Fostes para as alturas,
Deixastes o nosso convívio para sempre!
Eu, às penas duras,
Nesse perene estar descontente, confesso que o tempo não resolve,
Porque ele não cicatriza e nem absorve
As chagas da tua ausência,
Não enfraquece a saudade, não suaviza a demência,
Que a tua falta me faz!
Só provoca a imensa vontade que sinto de te abraçar!
Neste mundo, nada, ninguém,
Há de apagar a imagem do branco da tua tez
E dos teus pequeninos olhos castanhos.
Agora, estranhos, a olhar-me, pela última vez...
Com grande embaraço, arfando em suave cansaço e
Expirando então, em meus braços!
Ah! Minha mãe...
Em 16/12/1979
(Maria Granzoto da Silva)
Em teu colo, repouso a minha dor...
Forte é o poema que cresce por amor ao teu amor
Neste solo tão agreste da tua ternura...
Naquele olhar tão cândido os meus olhos a procurar
Como em busca do alívio para a dor luarizar...
Fostes para as alturas,
Deixastes o nosso convívio para sempre!
Eu, às penas duras,
Nesse perene estar descontente, confesso que o tempo não resolve,
Porque ele não cicatriza e nem absorve
As chagas da tua ausência,
Não enfraquece a saudade, não suaviza a demência,
Que a tua falta me faz!
Só provoca a imensa vontade que sinto de te abraçar!
Neste mundo, nada, ninguém,
Há de apagar a imagem do branco da tua tez
E dos teus pequeninos olhos castanhos.
Agora, estranhos, a olhar-me, pela última vez...
Com grande embaraço, arfando em suave cansaço e
Expirando então, em meus braços!
Ah! Minha mãe...
Em 16/12/1979

Mãe querida
(Marilena Trujillo)Ah... Minha mãe querida! - Minha
Rainha, minha deusa... Minha vida!
Quanta cumplicidade e afeto nos unem...
Quanto preciso do seu colo ainda!...
Tenho medos, fraquezas, angustias,
Que só seu abraço amoroso acalma...
Na noite... Quando o pesadelo assusta...
Sua mão bendita tranqüiliza minha alma...
Ah... Minha loira e linda senhora!...
Quem seria eu, sem sua doce presença?
O mundo bate forte, há monstros enormes!
Suas palavras devolvem a minha crença!...
Hoje é o seu Dia... Todos são seus, Mãe!
Que hoje, os anjos cantem em seu louvor,
Que as mais belas flores desabrochem!
Que lhe abençoe para sempre o Criador!
Que seja seu entardecer dourado!...
Cheio de pássaros, de luz e esplendor,
Saiba minha mãe adorada, minha amiga,
É seu, todo seu, o meu enorme amor!...
- Mary Trujillo -


Caixa de agulhas
(Regina Alonso)
Entre meus dedos rolam as agulhas.
Tantas... De tantas espessuras
fora da caixa aberta
após tantos anos, tanto tempo...
Trazem-me à lembrança dedos ágeis,
pele branca branca a tecer à noitinha...
Único lazer após horas e horas
de trabalho doméstico: lavar, passar,
cozinhar, arrumar a casa... Cuidar dos filhos...
As mãos nas agulhas tecem
arabescos no ar, movimentando a linha,
mostrando-lhe os caminhos, dando-lhe formas:
enfeites para nossos móveis da sala,
quarto e cozinha... Teias que enredam
nosso corpo em xales, blusas... Fios afetivos
que nos aprisionam para sempre,
embrulhando-nos para presente...
embrulhando-nos para a vida!



(Marilena Trujillo)Ah... Minha mãe querida! - Minha
Rainha, minha deusa... Minha vida!
Quanta cumplicidade e afeto nos unem...
Quanto preciso do seu colo ainda!...
Tenho medos, fraquezas, angustias,
Que só seu abraço amoroso acalma...
Na noite... Quando o pesadelo assusta...
Sua mão bendita tranqüiliza minha alma...
Ah... Minha loira e linda senhora!...
Quem seria eu, sem sua doce presença?
O mundo bate forte, há monstros enormes!
Suas palavras devolvem a minha crença!...
Hoje é o seu Dia... Todos são seus, Mãe!
Que hoje, os anjos cantem em seu louvor,
Que as mais belas flores desabrochem!
Que lhe abençoe para sempre o Criador!
Que seja seu entardecer dourado!...
Cheio de pássaros, de luz e esplendor,
Saiba minha mãe adorada, minha amiga,
É seu, todo seu, o meu enorme amor!...
- Mary Trujillo -

Sublimado Amor
(Marise Ribeiro)
Amor de mãe é afeto natural,
Doado a quem seu ventre concebeu,
A quem o nutridor seio acolheu,
Tornando seu viver especial...
Filho perfeito ou não, mas filho seu,
Por ele perde o sono, dorme mal,
Conduze-o pelo tempo qual cristal,
E vive com seus medos no apogeu...
Amor maternal é canto em poesia,
Ou lágrima e sorriso em sintonia
De um fruto próprio, fecundado e nato.
Porém, há um amor que não se mede:
É o sublimado amor que a mãe concede
À criança adotada em orfanato.
24/04/09
(Marise Ribeiro)
Amor de mãe é afeto natural,
Doado a quem seu ventre concebeu,
A quem o nutridor seio acolheu,
Tornando seu viver especial...
Filho perfeito ou não, mas filho seu,
Por ele perde o sono, dorme mal,
Conduze-o pelo tempo qual cristal,
E vive com seus medos no apogeu...
Amor maternal é canto em poesia,
Ou lágrima e sorriso em sintonia
De um fruto próprio, fecundado e nato.
Porém, há um amor que não se mede:
É o sublimado amor que a mãe concede
À criança adotada em orfanato.
24/04/09

À Mãe (viva) que amo!
(Ógui Lourenço Mauri)
Mesmo que nas veias de teus descendentes
Não corra o sangue dos vasos de meus filhos,
Percebo em ti, sem maiores empecilhos,
Que tu és u'a mãe de dotes clarividentes.
Tu és pai e mãe; mulher de duplo papel!
Acompanhaste só, do ventre ao altar,
O que a maternidade lhe pôde dar...
Coloriste a família com teu pincel.
Na aquarela do lar, esbanjaste a cor
Da fé, dos bons costumes, da dignidade.
Puseste só nuances de felicidade...
Sozinha, com molduras de muito amor.
No âmbito familiar, dás a segurança.
Tudo se resolve sob tua batuta.
Convocas à Fé e pões todos à luta,
Repeles o ódio e vertes a esperança.
Face ao denodo com que te sobressais,
Tu fazes jus a duas comemorações:
Pela vontade de muitos corações,
Homenagens no Dia das Mães e dos Pais.
13.maio.2007
(Ógui Lourenço Mauri)
Mesmo que nas veias de teus descendentes
Não corra o sangue dos vasos de meus filhos,
Percebo em ti, sem maiores empecilhos,
Que tu és u'a mãe de dotes clarividentes.
Tu és pai e mãe; mulher de duplo papel!
Acompanhaste só, do ventre ao altar,
O que a maternidade lhe pôde dar...
Coloriste a família com teu pincel.
Na aquarela do lar, esbanjaste a cor
Da fé, dos bons costumes, da dignidade.
Puseste só nuances de felicidade...
Sozinha, com molduras de muito amor.
No âmbito familiar, dás a segurança.
Tudo se resolve sob tua batuta.
Convocas à Fé e pões todos à luta,
Repeles o ódio e vertes a esperança.
Face ao denodo com que te sobressais,
Tu fazes jus a duas comemorações:
Pela vontade de muitos corações,
Homenagens no Dia das Mães e dos Pais.
13.maio.2007

Caixa de agulhas
(Regina Alonso)
Entre meus dedos rolam as agulhas.
Tantas... De tantas espessuras
fora da caixa aberta
após tantos anos, tanto tempo...
Trazem-me à lembrança dedos ágeis,
pele branca branca a tecer à noitinha...
Único lazer após horas e horas
de trabalho doméstico: lavar, passar,
cozinhar, arrumar a casa... Cuidar dos filhos...
As mãos nas agulhas tecem
arabescos no ar, movimentando a linha,
mostrando-lhe os caminhos, dando-lhe formas:
enfeites para nossos móveis da sala,
quarto e cozinha... Teias que enredam
nosso corpo em xales, blusas... Fios afetivos
que nos aprisionam para sempre,
embrulhando-nos para presente...
embrulhando-nos para a vida!

Mãe...
(Regina Coeli)
MÃE... Apenas três letras mais um til
Cantados muito simples neste verso;
Um nome do tamanho do universo,
Tão amplo o seu conceito, e tão sutil...
MÃE... Ditoso e sublime amor servil
Em horas de cansaço até perverso.
Feliz ninar no berço mais diverso
Que o conjugar do verbo amar intuiu...
MÃE... Pintura da Vida em majestade
No olhar que luz um brilho feito estrela
Sobre a estrada pro filho percorrê-la...
MÃE... Abnegação e caridade.
Doce amor transformado na saudade
Doída que hoje sinto por perdê-la...
(Regina Coeli)
MÃE... Apenas três letras mais um til
Cantados muito simples neste verso;
Um nome do tamanho do universo,
Tão amplo o seu conceito, e tão sutil...
MÃE... Ditoso e sublime amor servil
Em horas de cansaço até perverso.
Feliz ninar no berço mais diverso
Que o conjugar do verbo amar intuiu...
MÃE... Pintura da Vida em majestade
No olhar que luz um brilho feito estrela
Sobre a estrada pro filho percorrê-la...
MÃE... Abnegação e caridade.
Doce amor transformado na saudade
Doída que hoje sinto por perdê-la...

Mãe, que saudade!
(Ruth Gentil Sivieri)
Saudade é ferida cruel e penetrante
Que nem a morte física causa olvido
Quanto mais o tempo passa e já distante
Vai aumentando o amor adormecido.
Como esquecer aquela que me deu a vida,
Que noites de sono perdeu à minha cama?
Com o tempo vai cicatrizando essa ferida,
Mas sempre minha alma chora e clama.
Amor sublime e a ternura mais sagrada
Tão mais intensa depois que já partiu.
Carência por sentir-me abandonada
À sorte do destino que a vida desuniu.
Queria tê-la perto de mim, como queria!
De mais um Anjo sei que o céu necessitou.
Externo minha saudade através da poesia
E agradeço a Deus pela mãe que me abraçou.
(Ruth Gentil Sivieri)
Saudade é ferida cruel e penetrante
Que nem a morte física causa olvido
Quanto mais o tempo passa e já distante
Vai aumentando o amor adormecido.
Como esquecer aquela que me deu a vida,
Que noites de sono perdeu à minha cama?
Com o tempo vai cicatrizando essa ferida,
Mas sempre minha alma chora e clama.
Amor sublime e a ternura mais sagrada
Tão mais intensa depois que já partiu.
Carência por sentir-me abandonada
À sorte do destino que a vida desuniu.
Queria tê-la perto de mim, como queria!
De mais um Anjo sei que o céu necessitou.
Externo minha saudade através da poesia
E agradeço a Deus pela mãe que me abraçou.

A mãe no Dia das Mães
(Sá de Freitas)Filho: É DIA DAS MÃES e o teu presente,
Teu sorriso, teus beijos, tuas flores,
Ela os recebe e chora de contente,
Por sentir-se o amor dos teus amores.
Também lhe dizes frases de ternura,
Cheias de gratidão e sentimentos;
Fazes dela a mais doce criatura,
Dona exclusiva dos teus pensamentos.
Pensas no ventre que, por nove meses,
Deu-te vida e calor; deu-te energias;
Nas mãos que te guiaram tantas vezes,
Quando nem mesmo engatinhar sabias.
Olhas também nos olhos que velaram,
Teu corpo frágil, nas enfermidades,
E nos lábios que, preces, murmuraram,
Nas tuas horas de dificuldades.
E aí, então, abraças com ternura,
A meiga mãe que te entregou ao mundo...
Sentes no peito a mágica ventura,
Que vem do amor mais puro e mais profundo.
Mas não achas injusto a mãe querida,
Que hoje ocupa - da tua alma - o trono,
Receber gratidões por dar-te à vida,
Somente uma vez, durante o ano?

Mãe
(Sandra Lúcia Ceccon Perazzo)
Em direção ao céu, que clamo por ti...
Minha dor, ainda é a mesma.
Minha saudade, cada dia maior.
E o meu amor, ah.. o meu amor,
aumenta sem qualquer proporção.
Quando partiste, perdi meu porto seguro,
perdi a minha referência
sem perder a minha identidade,
pois essa, está marcada a ferro e fogo.
Quantas vezes corri para teus braços, sempre abertos...
Quantas vezes busquei tuas palavras, sempre sábias...
Quantas vezes me recolhi embaixo de tuas asas, sempre protetoras...
Quantas vezes te culpei e te injusticei, sempre perdoaste
Quantas vezes te busquei, feito criança crescida e perdida,
Tu me reergueste mostrando a minha força, o meu poder.
Tudo parecia clarear e acalmar, quando eu podia te chamar.
Mãe, que palavra é esta? Que poder é esse que tem?
Traduz:
O medo que acabou,
O apoio que chegou,
A dor que findou...
Hoje,
Choro a tua falta.
Queria chamar por ti.
Correr para os teus braços
e voltar a ser filha...
Mas hoje, sou mãe,
que acolhe, que proteje, que ama,
que perdeu o direito de ser filha...
Sei, que onde quer que estejas,
podes ouvir a minha voz,
podes sentir a minha saudade,
podes saber do meu amor e da minha gratidão.
Mãe querida,
obrigada, muito obrigada.
Recebe o meu abraço apertado,
o meu beijo-ternura e
sente neles todo o meu coração,
repleto de ti e dos teus ensinamentos.
Bendita sejas, hoje e sempre,
mãezinha querida!
(Sperazzo)
30/04/2009

Em nome da mãe
(Sandra Ravanini)
À Wilma de A.M Ravanini – Minha mãe
Nada fácil foi a sua vida nessa vida
tão pequena, e em seu mundo tão sofrido...
histórias que me conta, sorrindo das feridas.
Mãe! Conta-me aquela história de guerra;
a mesa humilde vestida de álgido
e a sopa sonolenta ante a luz da vela.
Então eu ninava os seus cachos de ilusão,
ouvindo a sua voz e seus dias já sonhados,
bebendo do alívio antes da prateação.
Mãe! Restam-me às suas memórias nesses laços,
quando seus grisalhos, qual um lírio no prado,
recordam os aromas que colhia num abraço.
Tantos momentos se passaram pelos anos,
quantos anos que ficamos lado a lado...
e feito prece mãe, eu digo que te amo!


No dia das mães
(TecaMiranda)
O mar azul incansável
no vai e vem das marés,
murmura aos meus pés
seu amor imensurável.
Meu olhar prateado pela lua,
rebrilha as estrelas lá do céu
como um iluminado véu
que trazem a face tua.
O coração doído pela ausência
chora todas as lembranças
do meu tempo de criança,
e esta saudade tua me acaricia.

Ser mãe
(Tere Penhabe)
Ser mãe, para uma mãe, é esplendoroso!
Certeza de não ser, jamais, em vão,
Esse caminho, às vezes, tenebroso,
Por onde andeja e bate, o coração.
Ser cúmplice do tempo, cuidadoso,
Que à mãe, na vida, doa afirmação,
Pela luz benfazeja desse gozo,
Que é emprestar o corpo à criação.
Ser mãe é preparar ao seu filhinho,
Com segurança e amor, plumas no ninho,
E conceder-lhe a graça de um sorriso...
Durante as tempestades nesse mundo,
Quando envolvido por terror profundo,
Um filho grita:- Mãe, eu te preciso!
Santos, 24/04/2009

(Sá de Freitas)Filho: É DIA DAS MÃES e o teu presente,
Teu sorriso, teus beijos, tuas flores,
Ela os recebe e chora de contente,
Por sentir-se o amor dos teus amores.
Também lhe dizes frases de ternura,
Cheias de gratidão e sentimentos;
Fazes dela a mais doce criatura,
Dona exclusiva dos teus pensamentos.
Pensas no ventre que, por nove meses,
Deu-te vida e calor; deu-te energias;
Nas mãos que te guiaram tantas vezes,
Quando nem mesmo engatinhar sabias.
Olhas também nos olhos que velaram,
Teu corpo frágil, nas enfermidades,
E nos lábios que, preces, murmuraram,
Nas tuas horas de dificuldades.
E aí, então, abraças com ternura,
A meiga mãe que te entregou ao mundo...
Sentes no peito a mágica ventura,
Que vem do amor mais puro e mais profundo.
Mas não achas injusto a mãe querida,
Que hoje ocupa - da tua alma - o trono,
Receber gratidões por dar-te à vida,
Somente uma vez, durante o ano?

Mãe
(Sandra Lúcia Ceccon Perazzo)
Em direção ao céu, que clamo por ti...
Minha dor, ainda é a mesma.
Minha saudade, cada dia maior.
E o meu amor, ah.. o meu amor,
aumenta sem qualquer proporção.
Quando partiste, perdi meu porto seguro,
perdi a minha referência
sem perder a minha identidade,
pois essa, está marcada a ferro e fogo.
Quantas vezes corri para teus braços, sempre abertos...
Quantas vezes busquei tuas palavras, sempre sábias...
Quantas vezes me recolhi embaixo de tuas asas, sempre protetoras...
Quantas vezes te culpei e te injusticei, sempre perdoaste
Quantas vezes te busquei, feito criança crescida e perdida,
Tu me reergueste mostrando a minha força, o meu poder.
Tudo parecia clarear e acalmar, quando eu podia te chamar.
Mãe, que palavra é esta? Que poder é esse que tem?
Traduz:
O medo que acabou,
O apoio que chegou,
A dor que findou...
Hoje,
Choro a tua falta.
Queria chamar por ti.
Correr para os teus braços
e voltar a ser filha...
Mas hoje, sou mãe,
que acolhe, que proteje, que ama,
que perdeu o direito de ser filha...
Sei, que onde quer que estejas,
podes ouvir a minha voz,
podes sentir a minha saudade,
podes saber do meu amor e da minha gratidão.
Mãe querida,
obrigada, muito obrigada.
Recebe o meu abraço apertado,
o meu beijo-ternura e
sente neles todo o meu coração,
repleto de ti e dos teus ensinamentos.
Bendita sejas, hoje e sempre,
mãezinha querida!
(Sperazzo)
30/04/2009

Em nome da mãe
(Sandra Ravanini)
À Wilma de A.M Ravanini – Minha mãe
Nada fácil foi a sua vida nessa vida
tão pequena, e em seu mundo tão sofrido...
histórias que me conta, sorrindo das feridas.
Mãe! Conta-me aquela história de guerra;
a mesa humilde vestida de álgido
e a sopa sonolenta ante a luz da vela.
Então eu ninava os seus cachos de ilusão,
ouvindo a sua voz e seus dias já sonhados,
bebendo do alívio antes da prateação.
Mãe! Restam-me às suas memórias nesses laços,
quando seus grisalhos, qual um lírio no prado,
recordam os aromas que colhia num abraço.
Tantos momentos se passaram pelos anos,
quantos anos que ficamos lado a lado...
e feito prece mãe, eu digo que te amo!

Desta Mãe,
Sylvia Cohin,
« para seus filhos »
Os sonhos que sonhei desde menina
E o tempo em seu capricho esmaeceu,
Revivem nesse outono e na retina,
Quando contemplo cada filho meu...
O tempo vai passando e revigora
Esta certeza que me leva além:
Se neles sigo, Eterna, vida fora,
Em mim, eles são Luz que me sustém.
Quando os estreito cheia de emoção
- não há outra palavra que defina -
São eles meu Altar de Adoração,
A chama que meus olhos ilumina
Escrevo então, meu verso mais singelo,
E embriagado desse amor intenso,
Maior que os sonhos, sinto aquele anelo
Que me faz Vida, quando neles penso.
Por eles me fiz nau que não soçobra
Singrei o mar no traço do destino...
Co'as fibras de um amor que se desdobra,
Eu fui Mulher e Mãe sem desatino.
O abraço que nos une, é como um Porto;
Escola sempiterna da aprendiz
Que sou, aqui confesso, e não me importo:
Meus filhos, grandes mestres, sou feliz!
(Porto, 13 de Maio de 2007)
Publicação: Brasil, 12 de Maio de 2009
Sylvia Cohin,
« para seus filhos »
Os sonhos que sonhei desde menina
E o tempo em seu capricho esmaeceu,
Revivem nesse outono e na retina,
Quando contemplo cada filho meu...
O tempo vai passando e revigora
Esta certeza que me leva além:
Se neles sigo, Eterna, vida fora,
Em mim, eles são Luz que me sustém.
Quando os estreito cheia de emoção
- não há outra palavra que defina -
São eles meu Altar de Adoração,
A chama que meus olhos ilumina
Escrevo então, meu verso mais singelo,
E embriagado desse amor intenso,
Maior que os sonhos, sinto aquele anelo
Que me faz Vida, quando neles penso.
Por eles me fiz nau que não soçobra
Singrei o mar no traço do destino...
Co'as fibras de um amor que se desdobra,
Eu fui Mulher e Mãe sem desatino.
O abraço que nos une, é como um Porto;
Escola sempiterna da aprendiz
Que sou, aqui confesso, e não me importo:
Meus filhos, grandes mestres, sou feliz!
(Porto, 13 de Maio de 2007)
Publicação: Brasil, 12 de Maio de 2009

No dia das mães
(TecaMiranda)
O mar azul incansável
no vai e vem das marés,
murmura aos meus pés
seu amor imensurável.
Meu olhar prateado pela lua,
rebrilha as estrelas lá do céu
como um iluminado véu
que trazem a face tua.
O coração doído pela ausência
chora todas as lembranças
do meu tempo de criança,
e esta saudade tua me acaricia.

Ser mãe
(Tere Penhabe)
Ser mãe, para uma mãe, é esplendoroso!
Certeza de não ser, jamais, em vão,
Esse caminho, às vezes, tenebroso,
Por onde andeja e bate, o coração.
Ser cúmplice do tempo, cuidadoso,
Que à mãe, na vida, doa afirmação,
Pela luz benfazeja desse gozo,
Que é emprestar o corpo à criação.
Ser mãe é preparar ao seu filhinho,
Com segurança e amor, plumas no ninho,
E conceder-lhe a graça de um sorriso...
Durante as tempestades nesse mundo,
Quando envolvido por terror profundo,
Um filho grita:- Mãe, eu te preciso!
Santos, 24/04/2009

Poeta convidado: Athos de Alexandria)
Mãe!
Faz tantos anos que tu não estás mais comigo...
Mas onde tu estiveres, ouça-me...
Hoje eu quero te pedir perdão minha mãe...
pelo tempo que te troquei por amigos,
por não ter sentado pertinho de ti e
aceitado teus carinhos.
Perdão... pela minha constante impaciência em
ouvir tuas histórias, simples, mas que eram as tuas histórias.
E eu mãe, sempre dono da verdade, cheio de mim, não as ouvia.
Perdão mãe, por não ter te abraçado mais, te beijado mais,
por não ter te mostrado em vida o tanto que eu te amava.
Perdão mãe, pela minha ausência em tantas e tantas noites
que te deixei sozinha, solitária, a troco de diversões.
Perdão mãe, pelas vezes que recusei-me a ir a igreja
contigo.
Perdão, pelos teus conselhos que não segui e hoje vejo
e sei, o quanto eram e me seriam valiosos.
Perdão pela minha constante falta de educação ao recusar
uma blusa de frio, um refresco, um café feito na hora,
que afinal tu fazias com todo carinho do teu coração.
Perdão mãe, por eu não ter te compreendido, pela minha falta
de grandeza, pela minha pequenez em dezenas e dezenas
de momentos, que não adianta relatar aqui, mas que hoje
percebo que eu estava errado e te magoei. E como te magoei.
Perdão mãe, mas perdão mesmo, pelas vezes que te respondi mal,
pelas vezes que elevei minha voz para ti. Que maldade eu fiz.
Que maldade mãe!!!
Ah minha mãe!!! Se arrependimento matasse!
Se eu pudesse ter-te aqui comigo, para te falar o tanto tanto
que tu me fazes falta.
Sabe mãe, a cada dia que passa, quanto mais velho eu fico,
mais eu sinto que preciso de ti.
Hoje, que tenho filhos, sei que para a gente eles sempre são crianças,
não importando a idade que tenham.
Mas eu minha mãe! Ah! Como eu gostaria de com a idade que tenho,
ser como criança para estar novamente contigo.
Mas tu não estás aqui!
Nesta nossa conversa de hoje só ouço minha voz.
não ouço a tua!
E eu queria tanto mãe! Precisava tanto ouvi-la!
Queria segurar tua mão, passar a mão em teus cabelos,
te abraçar, te beijar.
Mas eu não te tenho mais aqui. Deus te levou há tanto tempo...
Estou com saudade mãe! Muita saudade!
E esta saudade me tira um pedaço, me mata.
Perdão mãe, porque ainda não aprendi a viver sem ti,
e acho que nunca vou aprender!
Desse homem menino, que só cresceu, mas queria muito,
muito mesmo, "estar na barra da tua saia!"
Saudade... que dolorida e pontiaguda saudade minha mãe!!!
Beijão minha mãe, onde tu estiveres...
Àqueles que têm mãe, aprendam a VER, que ela está aí junto de vocês.
Não menosprezem nunca sua presença.
Verão um dia, o tamanho da dor que é a sua falta.
Feliz Dia das Mães, para todas as mães do mundo.
- 03-05-2009 -
Mãe!
Faz tantos anos que tu não estás mais comigo...
Mas onde tu estiveres, ouça-me...
Hoje eu quero te pedir perdão minha mãe...
pelo tempo que te troquei por amigos,
por não ter sentado pertinho de ti e
aceitado teus carinhos.
Perdão... pela minha constante impaciência em
ouvir tuas histórias, simples, mas que eram as tuas histórias.
E eu mãe, sempre dono da verdade, cheio de mim, não as ouvia.
Perdão mãe, por não ter te abraçado mais, te beijado mais,
por não ter te mostrado em vida o tanto que eu te amava.
Perdão mãe, pela minha ausência em tantas e tantas noites
que te deixei sozinha, solitária, a troco de diversões.
Perdão mãe, pelas vezes que recusei-me a ir a igreja
contigo.
Perdão, pelos teus conselhos que não segui e hoje vejo
e sei, o quanto eram e me seriam valiosos.
Perdão pela minha constante falta de educação ao recusar
uma blusa de frio, um refresco, um café feito na hora,
que afinal tu fazias com todo carinho do teu coração.
Perdão mãe, por eu não ter te compreendido, pela minha falta
de grandeza, pela minha pequenez em dezenas e dezenas
de momentos, que não adianta relatar aqui, mas que hoje
percebo que eu estava errado e te magoei. E como te magoei.
Perdão mãe, mas perdão mesmo, pelas vezes que te respondi mal,
pelas vezes que elevei minha voz para ti. Que maldade eu fiz.
Que maldade mãe!!!
Ah minha mãe!!! Se arrependimento matasse!
Se eu pudesse ter-te aqui comigo, para te falar o tanto tanto
que tu me fazes falta.
Sabe mãe, a cada dia que passa, quanto mais velho eu fico,
mais eu sinto que preciso de ti.
Hoje, que tenho filhos, sei que para a gente eles sempre são crianças,
não importando a idade que tenham.
Mas eu minha mãe! Ah! Como eu gostaria de com a idade que tenho,
ser como criança para estar novamente contigo.
Mas tu não estás aqui!
Nesta nossa conversa de hoje só ouço minha voz.
não ouço a tua!
E eu queria tanto mãe! Precisava tanto ouvi-la!
Queria segurar tua mão, passar a mão em teus cabelos,
te abraçar, te beijar.
Mas eu não te tenho mais aqui. Deus te levou há tanto tempo...
Estou com saudade mãe! Muita saudade!
E esta saudade me tira um pedaço, me mata.
Perdão mãe, porque ainda não aprendi a viver sem ti,
e acho que nunca vou aprender!
Desse homem menino, que só cresceu, mas queria muito,
muito mesmo, "estar na barra da tua saia!"
Saudade... que dolorida e pontiaguda saudade minha mãe!!!
Beijão minha mãe, onde tu estiveres...
Àqueles que têm mãe, aprendam a VER, que ela está aí junto de vocês.
Não menosprezem nunca sua presença.
Verão um dia, o tamanho da dor que é a sua falta.
Feliz Dia das Mães, para todas as mães do mundo.
- 03-05-2009 -

Ciranda lindíssima a poetar o amor mais puro e lindo que existe.
ResponderExcluirFeliz dia das mães!
Beijos a todas as mães, avós, tias, madrastas, madrinhas e pais que são mães no amor.
TecaMiranda
É com muita emoção e agradecimento que aqui estou.
ResponderExcluirLer sobre um sentimento que todos nós, sem exceção algumas, temos, seja ele qual for, pois todos nós somos filhos e tivemos ou temos uma mãe, é no mínimo interessante.
Bela iniciativa do ArtCultura, a quem agradeço muito, pela oportunidade que me foi dada.
Meu especial agradecimento a Terê Penhabe,que incentivou e acreditou que eu seria capaz.
Parabéns a todos os poetas que deixaram registrado nesse espaço cultural o seu poema.
Meu abraço especial para todos os filhos, que com certeza tiveram mãe, sejam eles como forem.
Meu abraço solidário para todas as mães, que ainda têm ou não têm os seus filhos,sejam eles como forem.
Recebam os meus aplausos e o meu carinho.
Sandra LC Perazzo
Obrigado, Tere Penhabe!
ResponderExcluirOs meus parabéns por esta iniciativa de homenagem
às Mães. Felicito-a também pelo belo trabalho que tem desenvolvido no "Reino da Poesia".
Saúdo todas as mães e os poetas aqui presentes.
O meu abraço.
Fernando Reis Costa
Olá meus queridos companheiros do Reino da Poesia!
ResponderExcluirA Ciranda ficou belíssima, parabéns para todos!
Agradeço o gentil convite da querida amiga Tere.
Tenham, todas as mães, um "Feliz dia das Mães"!
Beijinhos mil!!!
Ligi@Tomarchio®
Que maravilha que ficou a ciranda
ResponderExcluirdas Mães... Terê querida...
Belíssima homenagem para as nossas amadas rainhas...
Parabéns a todos os grandes e queridos amigos poetas!
Feliz Dia das Mães, querida!
Mil beijokas!
Mary Trujillo
Parabéns a todos os Poetas que compuseram um lindo mural de sentimentos para homenagear às mães. Estendo meus cumprimentos à Tere Penhabe pela condução da Ciranda e ao ArtCulturalBrasil por abraçar esta bela iniciativa.
ResponderExcluirMeu carinho,
Marise Ribeiro
Amiga Terê,
ResponderExcluirComo ficou bonita a Ciranda do "Dia das Mães"! Meus parabéns pelo seleto grupo de poetas que você reuniu nesta coletânea, ao lado dos quais -- mesmo sem o brilho deles -- também deixei minha humilde contribuição. Meus Parabéns a todos os autores e, em especial, às mães que participaram do lindo trabalho.
Ógui L. Mauri
Terê, querida! Muito grata por essa provocação, pois nada havia escrito, ainda, alusivo à data. Ficou belíssima a página. Beijo, e um Feliz Dias das Mães! Eliane
ResponderExcluirMãe! Uma palavra que traz a imensidão. Imensidão do amor, do afeto natural a doar, das agulhas a tecer arabescos no ar e das mãos a ninar o berço mais diverso, com plumas no ninho e todo amor do universo. Imensidão da saudade, das histórias ouvidas, dos conselhos recebidos, da cumplicidade integral. Imensidão que a ciranda proporciona porque o círculo da vida é infinito como o amor de mãe.
ResponderExcluirNossa amiga Terê Penhabe foi feliz ao optar por uma ciranda em homenagem ao Dia das Mães.
Obrigada por eu ser integrante dessa roda maravilhosa.
Beijos,
Adoro ler as poesias que aqui estao postados, sendo assim deixo um selo, vá la no meu blog e pegue, beijos belzinha
ResponderExcluir