Nome: Antonieta Elias ManzieriNome literário: Anny Manzieri
Naturalidade: São Paulo - Capital
Paulistana, do signo de Áries, nascida em 16 de abril. Vivi e trabalhei em São Paulo como estilista da alta-costura até o ano de 2.000. Escrevo desde a infância, época em que participava com pequenos trabalhos literários nos grupinhos do colégio. Tenho poucos poemas dessa época, pois, levada pela timidez, escrevia, rabiscava tudo e jogava fora meus escritos. Alegre e descontraída, gosto muito de pintura, música e longas caminhadas. Sou amante da natureza e dos animais com os quais aprendi muito.
Atualmente, residindo na cidade de São Pedro, interior de São Paulo, estou realizando um velho sonho que, por timidez, ocultei a vida toda: escrever poemas e cartas de amor.
Atividades literárias:
Pertenço à Academicus Praeclarus, Clube dos Escritores Piracicaba, ocupando a cadeira número 42.
Tenho participação ativa em saraus, e-books de poesia e antologias.
Dentre as antologias:
Dois Povos e um Destino - II Antologia Literária Internacional Grupo Ecos da Poesia - Português/Espanhol
Margens do Atlântico – Antologia Literária Internacional – Projeto Cultural ABRALI
El Arte de Crear Arte – em castelhano
Prêmios recebidos:
2004
A grande Chance, Concurso Pablo Neruda 3° lugar.
Semana Gustavo Teixeira, 1° lugar.
Título de Magnum Meritum, destaque na área de literatura, outorgado pelo Clube dos Escritores Piracicaba.
2005Menção Honrosa na Semana Gustavo Teixeira.
2007Participação no Show "TANGO QUE FUISTE Y SERÁS", dirigido por Alberto Peyrano. Teatro Colonial, Buenos Aires, Argentina.
Membro do Comitê do Projeto Cultural Sul (Havana, Cuba).
Duas participações semanais em rádios de Buenos Aires, via internet:
www.radiosentidos.com.ar
http://www.envivoradionuevaera.com.ar
Membro efetivo de várias academias virtuais de poesia.
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Sem vaidades...
©Antonieta Elias Manzieri
Quando chegar a hora da partida,
não levarei bagagem.
Será longa a caminhada.
Para que carregar mais peso?
Não precisarei de mais nada!
Tudo quanto eu possa levar
não será de utilidade,
seriam apenas vaidades
que não terei onde usar.
Nada de material ou supérfluo,
tudo ficará para trás...
Levarei, sim, outros valores,
que não farão nenhum peso,
mas irão acrescentar!
Seguirei tão leve...
Levarei o carinho de quem me amou,
que também amei e sempre amarei!
Levarei a ternura dos amigos queridos
e também muitas saudades...
Comigo irá a certeza que terei deixado
para quem fica o meu maior legado:
minha grande amizade
e o meu amor a eles dedicado.
Deixarei alguns versos
para que se lembrem de mim,
quando um dia eu me chamar...
"Saudade”.
««»»
Despedida...
© Antonieta Elias Manzieri
Quando eu disse adeus com a voz cálida
e minhas mãos estavam frias,
não entendeste o que eu te ocultava,
eu não podia amar-te como querias.
Quando notaste meu olhar perdido na imensidão,
buscando ao longe divisar o infinito,
tentando desesperada ouvir tua voz na solidão,
tudo o que eu escutava, era meu próprio grito.
Quando olhaste nos meus olhos e percebeste
lágrimas escondidas em sorrisos disfarçados,
não eram de alegria, eram meus pesares,
que guardei por toda vida e jamais te foram revelados.
Eram as cicatrizes que a vida em mim deixava.
Indeléveis, doloridas, que magoaram e fizeram sofrer.
E cada vez que nelas eu olhava ou tocava,
sangravam novamente, não me deixavam esquecer.
Ah...
Mas quando eu disse adeus e pensaste que não fazia sentido,
achando que eram palavras pronunciadas, nada mais,
há muito eu já havia partido sem que tivesses percebido.
E por mais que procures, não me encontrarás jamais.
««»»
Poema derradeiro
©Antonieta Elias Manzieri
Para ti componho meus últimos versos,
meu poema derradeiro.
Quero deixar todo o passado submerso,
viro a página de quem foi meu amor primeiro.
Aparta-te para sempre da minha vida,
lembranças que magoaram os dias meus,
quero reatar o liame da meada partida
numa nova vida, reconstruir os sonhos meus.
Estou vivendo um novo tempo,
o porvir sorri um futuro promissor,
tudo o mais lancei no esquecimento,
despojei-me dos temores sem pudor.
Curte, pois, estas últimas palavras.
Saboreia-as, são meus derradeiros versos.
Não digas depois que não usei de boas falas,
é hora de mostrar-te o meu lado perverso!
Afinal, não sei por que te digo,
se nada te interessa, será que estás a me ouvir?
Sempre te comportas fingindo ser meu amigo,
só que, desta vez, não conseguiste fingir.
Guarda-os, são meus últimos versos,
ofereço-te este derradeiro relicário,
relê quando teus sonhos forem dispersos,
divaga nas lembranças, faze deles um escapulário.
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Sem vaidades...
©Antonieta Elias Manzieri
Quando chegar a hora da partida,
não levarei bagagem.
Será longa a caminhada.
Para que carregar mais peso?
Não precisarei de mais nada!
Tudo quanto eu possa levar
não será de utilidade,
seriam apenas vaidades
que não terei onde usar.
Nada de material ou supérfluo,
tudo ficará para trás...
Levarei, sim, outros valores,
que não farão nenhum peso,
mas irão acrescentar!
Seguirei tão leve...
Levarei o carinho de quem me amou,
que também amei e sempre amarei!
Levarei a ternura dos amigos queridos
e também muitas saudades...
Comigo irá a certeza que terei deixado
para quem fica o meu maior legado:
minha grande amizade
e o meu amor a eles dedicado.
Deixarei alguns versos
para que se lembrem de mim,
quando um dia eu me chamar...
"Saudade”.
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Despedida...
© Antonieta Elias Manzieri
Quando eu disse adeus com a voz cálida
e minhas mãos estavam frias,
não entendeste o que eu te ocultava,
eu não podia amar-te como querias.
Quando notaste meu olhar perdido na imensidão,
buscando ao longe divisar o infinito,
tentando desesperada ouvir tua voz na solidão,
tudo o que eu escutava, era meu próprio grito.
Quando olhaste nos meus olhos e percebeste
lágrimas escondidas em sorrisos disfarçados,
não eram de alegria, eram meus pesares,
que guardei por toda vida e jamais te foram revelados.
Eram as cicatrizes que a vida em mim deixava.
Indeléveis, doloridas, que magoaram e fizeram sofrer.
E cada vez que nelas eu olhava ou tocava,
sangravam novamente, não me deixavam esquecer.
Ah...
Mas quando eu disse adeus e pensaste que não fazia sentido,
achando que eram palavras pronunciadas, nada mais,
há muito eu já havia partido sem que tivesses percebido.
E por mais que procures, não me encontrarás jamais.
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Poema derradeiro
©Antonieta Elias Manzieri
Para ti componho meus últimos versos,
meu poema derradeiro.
Quero deixar todo o passado submerso,
viro a página de quem foi meu amor primeiro.
Aparta-te para sempre da minha vida,
lembranças que magoaram os dias meus,
quero reatar o liame da meada partida
numa nova vida, reconstruir os sonhos meus.
Estou vivendo um novo tempo,
o porvir sorri um futuro promissor,
tudo o mais lancei no esquecimento,
despojei-me dos temores sem pudor.
Curte, pois, estas últimas palavras.
Saboreia-as, são meus derradeiros versos.
Não digas depois que não usei de boas falas,
é hora de mostrar-te o meu lado perverso!
Afinal, não sei por que te digo,
se nada te interessa, será que estás a me ouvir?
Sempre te comportas fingindo ser meu amigo,
só que, desta vez, não conseguiste fingir.
Guarda-os, são meus últimos versos,
ofereço-te este derradeiro relicário,
relê quando teus sonhos forem dispersos,
divaga nas lembranças, faze deles um escapulário.
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Simplesmente, Mãe...
©Antonieta Elias ManzieriSer mãe é não mais se pertencer.
É abrir mão de dias tranquilos
ao dedicar-se a outro ser,
e em nada ver empecilhos...
É saber renunciar sem cobrança,
ao trocar sua vida tranquila
para cuidar de uma criança
que é continuação de sua vida.
É contemplar com ternura
o ressonar de um anjo seu.
É lutar a cada dia com bravura,
e ao adormecer, agradecer a Deus...
É ensinar a enfrentar o mundo
no caminho da retidão.
É plantar sementes em solo fecundo,
e quando for preciso, saber dizer: não!
É sacrificar o seu próprio coração
ao chamar para si o eminente perigo.
É suportar tudo, até mesmo a ingratidão,
se algum dia, ele a colocar num asilo.
Sexta-feira, 24 de abril de 2009.
14h 15 min.
««»»IR PARA BLOG DO ARTCULTURALBRASIL
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©Antonieta Elias ManzieriSer mãe é não mais se pertencer.
É abrir mão de dias tranquilos
ao dedicar-se a outro ser,
e em nada ver empecilhos...
É saber renunciar sem cobrança,
ao trocar sua vida tranquila
para cuidar de uma criança
que é continuação de sua vida.
É contemplar com ternura
o ressonar de um anjo seu.
É lutar a cada dia com bravura,
e ao adormecer, agradecer a Deus...
É ensinar a enfrentar o mundo
no caminho da retidão.
É plantar sementes em solo fecundo,
e quando for preciso, saber dizer: não!
É sacrificar o seu próprio coração
ao chamar para si o eminente perigo.
É suportar tudo, até mesmo a ingratidão,
se algum dia, ele a colocar num asilo.
Sexta-feira, 24 de abril de 2009.
14h 15 min.
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OI minha amiguinha linda,
ResponderExcluirlindos os poemas que acabo de ler acima. É sempre um prazer ler os seus escritos.
Meus parabéns por se juntar a nós.
Beijinhos Cândido
Olá,amiga querida!
ResponderExcluirSuas poesias como sempre,são lindaaaaaaaaaaas
Sucesso sempre
Beijosssssssssssssssssssss
Ciducha
Poeta, sua composição literária é maravilhosa.
ResponderExcluirParabéns!
Abraços,
Ruth Gentil Sivieri
Oi, poeta linda e maravillhosa
ResponderExcluiradorei o que vc disse em veros e vou qerer sempre lê-la, aqui e onde estiver.
Seu leitor apaixonado
Lauro Gaspar Demonchy
AQUI ESTOY DE VISITA CON TUS POEMAS¡¡¡
ResponderExcluirFELICITACIONES AMIGA MIA¡¡¡¡
ES UN HONOR Y UN PLACER DIFUNDIR TU OBRA EN MI PROGRAMA DE RADIO "UNA NOCHE INOLVIDABLE".
NO HAY ACTOR QUE INTERPRETE...SI NO HAY POETAS, COMO TU, QUE ESCRIBAN.
UN ABRAZO
CARLOS FERNANDEZ
Por que será que eu sabia que teu olhar seria assim, sereno?
ResponderExcluirAmei tudo que li e vi, ANNY
Já li os derradeiros, quero ler agora os primeiros. Primeiros de uma fase de belas trilhas.
Estar aqui é um privilégio!
Beijo meu,
Rivkah
Anny, minha querida amiga, que bela conquista, a qual você tanto merece.
ResponderExcluirConheço seus poemas e todos tem o dom de tocar corações com competência e beleza.
Parabéns para ArtCultura, pois certamente ficou mais iluminado com sua presença.
Beijos carinhosos,
Sanzinha
Queridos amigos do ArtCulturaBrasil, minha felicidade é imensurável de estar ao lado de tão maravilhosa plêiade, e de poder compartilhar com todos esse espaço que veio para enriquecer o mundo literário. À querida Tere Penhabe deixo meu eterno agradecimento pelo convite e acolhida fraterna com que fui recebida. Aos amigos/as Cândido, Ciducha, Ruth Gentil Sivieri, Lauro Gaspar, Demonchy, Carlos Fernandez, Rivkah, Sandra Perazzo, sou imensamente grata por me honrarem com suas manifestações de apreço, obrigada.
ResponderExcluirAntonieta Elias Manzieri
Amiga Tere;
ResponderExcluirFiquei imensamente feliz com o honroso convite, por todo o carinho que estou recebendo e pelos votos de boas-vindas. Estar ao lado de tantos talentos é motivo de júbilo imensurável. Parabéns a todos os participantes. A você amiga querida, deixo meus agradecimentos e meu reconhecimento por tão belo feito ao reunir nesse espaço maravilhoso nomes tão ilustres, amigos tão queridos. Alguns, conheço de longa data, outros são mais recentes, porém todos eles ocupam um lugar muito especial em meu coração.
Beijos com ternura e amizade fraterna,
Anny
Antonieta, querida poetisa!
ResponderExcluirSempre um privilégio ler tuas letras tão belas!
Junto-me aos demais, que tanto te admiram e aplaudo teu talento. Beijos, Eliane
OI QUERIDA AMIGA!
ResponderExcluirCOM TANTOS ELOGIOS DITOS ACIMA, POR SINAL MAIS QUE MERECIDOS, AQUI ESTOU EU QUERENDO REPETI-LOS E SEM ENCONTRAR AS PALAVRAS CERTAS, SÓ DIGO QUE VOCÊ É MUITO ESPECIAL! OBRIGADO POR SER MINHA AMIGA! TE ADORO
SOU DE SÃO PEDRO/SP CIDADE ONDE VIVIA ANNY MANZIERI, MINHA AMIGA QUERIDA E QUE JÁ NÃO ESTÁ MAIS ENTRE NÓS.
ResponderExcluirELA, INFELIZMENTE, FALECEU DIA 11/06/2011.
DESCANSE EM PAZ
Osório Ferreira